Com muitos lotes para carpir, Exército alega não ter tempo de fazer intervenção militar


BRASÍLIA – Os pedidos cada vez mais frequentes para que o Exército Brasileiro intervenha no cenário político e coloque ordem na porra toda não têm encontrado eco na caserna.

Ocupados com atividades mais importantes do ponto de vista estratégico e tático para a defesa da soberania nacional, tais como caiar meios-fios e capinar os quartéis, os militares brasileiros asseguraram que não têm tempo para pensar em intervenção militar.

Estamos terminando de capinar vários lotes na fronteira do Acre com a Bolívia e ninguém aqui no batalhão tem tempo para ficar pensando em política”, afirmou o General Enxada, comandante 465º Batalhão de Capinação Motorizada.

A declaração do General entristeceu muitos defensores da intervenção militar, mas ele recomendou que eles compareçam ao quartel mais próximo para se ocupar carpindo alguns lotes.

A atividade desenvolvida pelo Batalhão de Capinação é de suma importância tática, pois na hipótese de um conflito armado, destacamentos militares são levados para carpir o campo de batalha, facilitando assim o trabalho das tropas de infantaria na localização de alvos inimigos, além de tornar mais fácil o trânsito das tropas.

O treinamento dos recrutas dessa unidade é severíssimo e engloba desde o desenvolvimento de habilidades tais como o manuseio de estrovenga e a utilização de ancinho.

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