Ladrão morre ao cair de prédio e lei da gravidade pode ser considerada inconstitucional no Brasil


PORTO ALEGRE – A morte de um ladrão, após uma queda do terceiro andar de um prédio em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, gerou uma acalorada discussão na Câmara dos Deputados sobre a constitucionalidade da lei da gravidade no Brasil.

Segundo parlamentares, a discussão foi levada a plenário atendendo pedido do Instituto João Acácio Pereira da Costa, que apresentou um parecer jurídico aos deputados no qual afirma que a lei da gravidade não foi recepcionada pela Constituição de 1988, não devendo, pois, ser considerada válida no ordenamento jurídico brasileiro.

O fundamento do pleito se dá no fato que ocasionou a morte do ladrão que caiu do terceiro andar de um prédio “em pleno exercício profissional”, fato que foi lamentado por vários deputados.

Se a Constituição não permite a pena de morte, como considerar válida uma lei que foi responsável pela morte de um brasileiro que, exercendo sua função de ladrão sofreu esse funesto acidente de trabalho?”, questionou uma parlamentar.

8 thoughts on “Ladrão morre ao cair de prédio e lei da gravidade pode ser considerada inconstitucional no Brasil

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  1. e garanto que alguns deputados coxinhas foram contra esta propositura.
    é uma imensa falta de absurdo sermos obrigados a conviver com estas leis que desfavorece aos que mais precisam.
    O que podia fazer o coitado ladrão contra uma lei que o obriga a cair sempre que este cai?????
    É por estas e por outras que eu sempre voto no PT, que defende por todo o sempre a classe dos trabalhadores.
    Trabalhadores Ladroes Unidos Jamais Serão Vencidos.

    “arroz, feijão, ajudem o ladrão”

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  2. Legal a brincadeira. Mas no interior do Paraná aconteceu um episódio verídico na Câmara de vereadores. Quando discutiam sobre a realização de uma obra, um vereador concluiu que: “Era impossível por causa da Lei da Gravidade”. Outro vereador questionou: “Mas que Lei é essa que eu não conheço e não lembro de ter sido aprovada nesta casa?”

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  3. DIRETO DA AGÊNCIA PAU QUE DÁ EM CHICO NÃO DÁ EM FRANCISCO – No momento que soube da queda e morte do mano ladrão que caiu do terceiro andar de um prédio perto de sua residência, no Lago do Titicaia, Maria do Rosário, Rosarinho, apelido carinhoso dado pelo pai quando ela ainda era cabaço e estavam-lhe surgindo os primeiros pentelhos na greta, a deputada puderal pelo PCdoB-RS, caiu em planto e prometeu ressuscitar a Lei de Isenção de Criminalidade àqueles que invadem prédio com o introito de angariar fundos para manter seus vícios, parada na Câmara Fuderal, o Prostíbulo de Brasília.

    Fundamentando seus argumentos nos rascunhos de um pergaminho deixado pelo último DINOSSAURO COMUNISTA que deixou Brasília, OSCAR NIEMEYER, Rosarinho discursou para os descerebrados do MST, MTST e de outros progressistas da divisão de riqueza sem trabalho que, ENQUANTO ESTIVERMOS SOB O JULGO DO IMPÉRIO DA LIVRE INICIATIVA, DO MERCADO ABERTO, DO NEOLIBERALISMO ECONÔMICO, DA ELIMINAÇÃO PROGRESSIVA DA CLT, esse instrumento normativo tão importante para defesa dos trabalhadores escravizados, essas desgraças vão sempre acontecer aos meus manos aqui em Pangeia, e que não foram responsáveis pela implementação dessas desgraças capitalistas – finalizou seu bla,bla,bla, sendo aplaudida de pés e mãos pelos descerebrados até o momento em que um gaiato, no meu da multidão de menos de quinhentos gatos pingados, um gritou: gostosa, priquitão, eu te chupo toda e não quero nada além dessa taida que está coberta por sua calcinha.

    Nesse momento, houve um silêncio ensurdecedor, e todos os presentes fixaram os olhos famintos e sedentos de sexo na taiada de Rosarinho que o vendo tarado entrava primeiro por baixo da saia de chita comprada na feira livre de TUPARETAMA-PE.

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  4. Sem falar na comoção com a morte deste trabalhador em pleno exercício de seu labor. Já tramita um projeto de lei, de autoria do nobre deput. Jean Villis, exigindo que as paredes de todos os edifícios com mais de 3 andares tenham ranhura mínima a garantir que o trabalhador noturno possa ter onde se agarrar em caso de eventual queda durante seu trabalho de expropriar a propriedade alheia. Nem menciono a indenização milionária que a família do referido profissional pleiteará na justiça do trabalho.

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