Conheça a comovente história do líder sem-terra que não aderiu à greve geral porque não trabalha


SÃO PAULO – Com a intensa mobilização dos sindicatos e movimentos sociais em torno da chamada greve geral, programada para acontecer nesta sexta-feira, a adesão por parte de militantes progressistas se tornou quase um imperativo categórico kantiano.

Milhares de pessoas, a cada instante, confirmaram a adesão ao movimento grevista, o que certamente seria capaz de causar um nefasto impacto na economia, não fosse o fato de muitos dos pretensos grevistas não trabalharem.

Esse é o caso de Jucélio do Movimento, como é conhecido o jovem líder sem-terra Jucélio Juciclei Judson Jackson, de 41 anos de idade.

Engajado nos movimentos sociais desde a juventude, Jucélio nunca trabalhou na vida e se viu, pela primeira vez em sua vida, impossibilitado de atender a um chamado dos movimentos de esquerda.

Eu estava engajado na organização da greve geral, mas um dia cheguei em casa e minha mãe questionou como eu ia fazer greve, se nunca trabalhei”, informa o militante.

A indagação dela me alertou para o fato de que eu não poderia paralisar minhas atividades laborais, já que não trabalho. Então tentei encontrar um emprego de última hora, só para poder faltar no dia do movimento, mas não consegui nada”, diz o jovem exibindo seu curriculum, no qual consta apenas a conclusão do ensino médio, reforçando que o fato de não ter conseguido arrumar um emprego é prova de que “o atual governo é um desastre”.

7 thoughts on “Conheça a comovente história do líder sem-terra que não aderiu à greve geral porque não trabalha

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  1. Perfeitamente Senadora Gleisi, eu sempre vi na senhora uma semelhança muito grande com índios, inclusive os olhos e cabelos. Ótima oportunidade para outros citados e condenados, descubram também suas semelhanças. Índios não querem só apitos.

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  2. Acabei de ler a matéria sobre você na Folha golpista fascista elitista que não gosta de pobre no avião. Resolvi acessar sua página ouvindo Roberto Muller.

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  3. Josemar, elegante “senadora” (pra que serve um senador?) sempre exigiu ser tratada como: Fraüllein Hoffmann, sendo sevílcola da tribo Carajás. os olhos azuis: lentes de contato, cabelos louros: peruca: Made in Manaus a pele branca era maquiagem mesmo, uma autêntica india que quando perder o mandato em 2018 voltará as origens!

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