Brasil fabricará artefatos flutuantes de garrafas PET para quem quiser fugir do país pelo mar


boia-pet

No contexto da expressiva desaceleração do PIB brasileiro, que deve chegar a 1,783% negativo em 2015, surge uma notícia otimista.  O governo brasileiro anunciou hoje, por intermédio do porta voz do Ministério do Planejamento Estatal, Odorico Ñuñez Balboa, a criação de nova empresa pública para a produção de artefatos flutuantes baseados em garrafas PET.  Com esta importante iniciativa, o governo pretende fazer um ajuste pontual para ajudar empresas nacionais a competirem mais efetivamente neste setor estratégico, contribuir para a melhoria do balanço de pagamentos e evitar mortes desnecessárias na navegação lacustre.

 

“Não é possível competir com empresas privadas como a australiana que desenvolveu o traje de mergulho invisível aos tubarões”, admite o porta-voz, doutor Balboa, especialista em vários assuntos.  “No mundo atual, é sempre necessário que o estado forneça uma regulamentação prévia, o planejamento e o financiamento”, afirmou.  “É assim que funciona nos países avançados.”

 BoiaTech pode ajudar a aquecer a economia

Reconhecido internacionalmete pela pujança econômica e instituições amplamente alinhadas com a liberdade de empreender, o Brasil responde por boa parte das inovações tecnológicas da atualidade.  Segundo indica a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República,   98,379% da tecnologia do iPhone já tinha sido desenvolvida nacionalmente antes mesmo da Apple se apropriar dela.  A empresa Apple Computers, sediada em Cupertino, no Estado da Califórnia, não teve tempo de responder às afirmações dos estrategistas brasileiros.

A nova empresa estatal sendo criada pelo governo será chamada de “BoiaTech” e receberá, por meio de empréstimos secretos do BNDES, a quantia de dezoito milhões, quatrocentos e sessenta e quatro mil reais e dezenove centavos.

 

José Colilóides de Araújo, repórter que “deu o furo” para obter esta notícia,  acredita que a iniciativa pode acrescentar cerca de 1,032% ao PIB brasileiro ao longo dos próximos 24 meses.  “A economia global, como diz a presidenta, está em crise, e é necessário direcionar mais recursos públicos aos setores estratégicos”, relatou o repórter independente,  terceirizado pelo MPE.

 

 

  • Enviado por Daniel Vasconcelos

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