Cotista da UERJ se queixa de racismo


ImagemO estudante Wilhelm Schröder Eisenbahn Überreichen Negrão, 32 anos, aprovado para o curso de Gestão de Políticas Públicas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, está se queixando de racismo.

Wilhelm foi aprovado pelo regime de cotas para negros e pardos e tem sido alvo de críticas, pois muitos dizem que ele é branco.

“Todos nós temos sangue negro nas veias”, declara, “se eu digo que sou negro, então sou. O próprio IBGE reconhece que a autodeclaração é que define a que raça a pessoa pertence”, explica.

Wilhelm minimiza o fato de ser filho de alemães: “isso só reforça um estereotipo racista, eurocêntrico e elitista. Só prova que as elites não querem ver um negro estudando na mesma universidade que os brancos ricos”, desabafa.

Caso Wilhelm não tivesse feito opção pelas cotas, não teria conseguido ser aprovado.

Casos semelhantes têm tido repercussão, como o noticiado aqui pela Veja: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/uerj-nada-faz-para-deter-as-fraudes-a-lei-das-cotas  

26 thoughts on “Cotista da UERJ se queixa de racismo

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  1. Meu Deus! Essa nossa sociedade racista quer que todos sejamos brancos! Eu sou descendente de italianos, tenho olhos verdes e tal, mas sou negro! NE-GRO! Agora me dêem todos os benefícios que tenho direito, senão vou entrar com um processo de racismo conta vocês!

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  2. Joselito, com tantas notícias estapafúrdias geradas pelo governo federal, eles bem que poderiam criar o “Ministério da Falta Do Que Fazer”, sendo empossado ministro o ilustre senador Eduardo Suplicy (isso daria uma matéria boa na sua página…)

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  3. Ué,onde está a irregularidade?Não entendí.Tenho um compadre que tem olhos verdes,cabelo crespo meio loiro,pele morena.Miscigenação de Pai Espanhol com Mãe Negra,sempre estudou em Escolas Públicas.Caso ele fosse cotista não poderia ser beneficiado?Será que esqueceram que mais de 90% dos brasileiros são miscigenados?Se o Governo errou em implantar cotas no Brasil que assuma o erro.

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  4. Um bom critério para burlar este sistema seria os homens declararem-se negros por possuírem mais de 30 cm de bilau. Seria mais difícil a contestação, a não ser que fossem inspecionados pelo Jean Aero-Willys…

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  5. Grande Josemito, fazendo uma leitura séria no site do Olavo me deparo com uma referência a um troll master, provando que a zoeira nunca morre, inclusive entre a nobreza:

    “Mesmo o Homem de Piltdown, que não foi descoberto em parte alguma, é o Homem de Piltdown porque nesse local o Pe. Teilhard de Chardin encontrou uns ossos de macaco enterrados lá por um engraçadinho anti-evolucionista, que hoje se sabe não ter sido outro senão Sir Arthur Conan Doyle.”

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    1. O “homem de Piltdown” e Sir Arthur Conan Doyle são burgueses, eurocêntricos, misógenos e reacionários.

      O movimento popular é movido a psirico, calcinha preta, leonardo sakamoto, mastruz com leite e manuela d’ávila.

      E claro copa do mundo.

      Ronaldo diz: “Não se faz copa com hospitais, mas meu master card/Sirio-libanês não tem preço”

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  6. Veja esse texto que saiu na coluna do Elio Gaspari, de 23/3/14:
    “O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, visitava o presídio de Porto Alegre quando um major da brigada pediu a palavra e contou que ‘somos 12% da população do Estado e 40% da população carcerária’: ‘Deve ter alguma coisa errada’.

    Mal terminou a frase, ouviram-se mumunhas para que o major calasse a boca. Barbosa pediu que o deixassem falar. Em seguida, respondeu: ‘Eu percebi’.

    O que incomodou os áulicos? As estatísticas ou o fato de um negro levantar esse assunto para outro negro?”
    Pelo exposto, em breve vão criar cota reversa para negros nas cadeias

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  7. Interessante cotas para negros e índios… agora me pergunto, a cor da pele influencia de alguma maneira a capacidade cognitiva de raciocínio, inteligencia, etc? no meu ponto de vista NÃO!

    Já não basta as famigeradas “Bolsas esmolas” ainda fazem leis completamente eleitoreiras e sem sentido, como querem extinguir o racismo fazendo leis que “separam” as raças?

    O máximo aceitável seria cotas para pessoas que cursaram ensino fundamenta e médio em escolas publicas, sem distinção de raças.

    Essa cota é no minimo uma piada de mal gosto…

    O problema da educação se trata na fonte, não dessa forma racista e inútil.

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  8. Em tempo, mais uma vez os maconheiros, digo alunos da Universidade Federal de Santa Catarina dando exemplo de civilidade, urbanidade e convivência harmoniosa.

    Como será que está a invasão “Casa do Amarildo de Floripa” que foi tomada de uma família para fazer um albergue para maconheiros?

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    1. Bob, não seja reacionáriocapitalistafascistaconservador! As leis do Brasil não se aplicam às universidades, é a soberania político-administrativa-financeira-jurídica! Ainda bem que é só maconha, porque não crack, cocaína…??? O importante é que na distribuição da erva, sejam respeitadas as cotas!!!

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      1. Mr. Shell, Carls Iossef, não sou contra os black blocs bacanas, tipo Caê e Marcello Freixo. Muito pelo contrário, sou contra (este é o pensamento do PSOL – Matei mas não fui eu) o imperialismo bolivariano que graça (na Graça Foster) na banânia (do Lula-lellé) e do sertão do SIr Ney.

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  9. Meu nome é Joseph Ulbrich Wettgnestein Von Deustch Hitchcliffëm, nasci na Alemanha em 1990, tenho pele branca e olhos azuis, mas sou preto.

    Sim, preto. O fato do meu biotipo não pronunciar minhas características etnológicas não prova as minhas origens raciais. Oposição a este fato é racismo.

    Já entrei com meu pedido de terra Quilombola em um terreno que ocupa metade da Praia do Leblon e minhas cotas no ensino superior e funcionalismo público.

    Brasil, um País de Todos.

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  10. Joselito,um bom assunto para vc,Kin Jon um impõe aos homens da Coréia do Norte o corte do cabelo igual ao dele.Parece mentira mas é verdade,só consultar no Google,ouví a notícia no rádio e pensei que era o Joselito informando rs…

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  11. Caro companheiro Joselito, não abandone seus seguidores. Há dias que não postas nada sobre o nosso Brasil. Precisamos rir dessa zona toda e seu humor é fino. Um abraço

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  12. Acredito ser importante que o Joselitto discorresse um pouco sobre a nova proposta do novo projeto de lei sobre cotas para negros com vitiligo.

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